Minha casa, Minha cara

Um museu na Polônia usa a linguagem arquitetônica para enterrar os horrores da Segunda Guerra Mundial e indicar que o futuro está em aberto.

Cristiane Teixeira

Por: Cristiane Teixeira Fotos: Paul Raftery e MMM

Museus dedicados a contar a história das guerras – principalmente sob o ponto de vista dos cidadãos comuns, do impacto em suas vidas – são muito importantes. São museus em honra da paz. Eles mostram, para quem não viveu ou vive sob o medo de um ataque, quão terríveis os conflitos são e quão essencial é fazer de tudo para evitá-los.

vista de fora do museu da guerra na polonia

A Polônia, país cuja invasão pela Alemanha foi o estopim para a última guerra mundial, está fazendo a sua parte. Em 2017, inaugurou o Museu da Segunda Guerra, situado na área histórica de Gdansk, uma das importantes cidades polonesas.

torre elevada do museu da guerra na polonia

Quem vê a torre inclinada – ora coberta de painéis de concreto vermelho, ora de placas de vidro – emergindo de uma grande praça pública pode achar o porte da construção tímido e pequeno. Mas essa impressão se desfaz quando descobrimos que a maioria das instalações ocupa o subsolo.

hall de entrada do museu da guerra

Enterrada sob a praça está justamente a área de exposição dedicada à Segunda Guerra. “A parte subterrânea do museu é um caminho através do inferno da guerra, uma experiência de viagem no tempo”, afirmam os autores do projeto, os arquitetos do estúdio polonês Kwadrat.

vista de dentro do museu da guerra da polonia, simulando uma cidade destruida uma das salas do museu da guerra na polonia, simulando uma casa destruida na guerra

“O ‘retorno à realidade’ começa no nível do solo, no tempo presente, com o espaço público em torno do museu, um lugar para pensar e reunir a experiência do subterrâneo”, continuam os arquitetos. “Mas esse não é o fim: o passado dá origem ao futuro, de modo que o espectador que sobe até o topo da torre vê esperança e liberdade, vê uma cidade velha e jovem de Gdansk. Ele vê isso tendo pensamentos sobre o passado que ele acaba de experimentar.”

parte externa do museu da guerra na polonia

Ou, como um dos jurados justificou a escolha da proposta do Kwadrat em 2010, “o projeto selecionado, usando a linguagem da arquitetura, narra a tragédia do passado, mostra a vitalidade do presente e abre os horizontes do futuro”. O autor dessas palavras é Daniel Libeskind, arquiteto judeu-polonês que desenhou um dos lugares mais impressionantes em que já estive, o Museu Judaico de Berlim, na Alemanha. Lembrar-me de tudo o que vi e das emoções que senti em minhas visitas é ter a certeza de que nada vale tanto quanto a harmonia e a paz.

entrada e pátio do museu da guerra na polônia

Da arquitetura para a decoração

Desta vez, a minha inspiração para buscar sugestões entre os produtos da Meu Móvel de Madeira, tem muito mais a ver com a finalidade das peças do que com o seu desenho, os seus materiais e cores.

Se eu desejo para 2018 um período de mais conciliação e harmonia, então eu desejo que as pessoas convivam e dialoguem. Daí a minha seleção de mesas e sofás. É quase sempre à mesa que a gente passa mais tempo conversando. E é juntinhos no sofá que compartilhamos calor e afeto. Então, vamos às sugestões!

A expressão ‘sempre cabe mais um’ é perfeita para definir a Mesa de Jantar Redonda Extensível Tea. Basta puxar as extremidades e encaixar um tampo central para abrir não um, mas dois lugares à mesa!

Mesa de Jantar Redonda Extensível Tea

Com 1,80 m de extensão, a Mesa de Jantar Evidence foi planejada para até oito pessoas.

Mesa de Jantar Evidence

Para famílias grandes e com espaço na sala, que tal o Sofá Beatitude, com quatro lugares?

 Sofá Beatitude

Se um casal de amigos aparece para jantar, mas bate a preguiça de ir embora, é só abrir o Sofá-cama Sonho e desejar boa noite! Sofá-cama Sonho

E assim eu encerro meu primeiro post de 2018, torcendo para que você encontre muitos motivos para compartilhar a mesa, o sofá e a vida com quem ama!

Beijo!

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