Minha casa, Minha cara

O cobogó foi criado há muito tempo, mas virou tendência forte nos anos 60, como você viu aqui na nossa série de postagens do blog. Com a valorização do paisagismo, o tijolinho vazado ganhou espaço e fez parte de fachadas e interiores de casas pelo país inteiro. Mas não pense você que essa moda parou por lá! Hoje, o cobogó ainda é bastante usado, de formas variadíssimas e de diferentes cores, materiais e formatos.

Ele nada mais é que um tijolinho vazado, feito inicialmente de cerâmica e, agora, também confeccionado com cimento, vidro, porcelana, madeira… Enfim, uma infinidade de materiais. Ele servia para dividir ambientes de forma diferenciada e leve: por ser todo furadinho, ele permite uma ventilação maior e facilita a entrada da iluminação natural.

Em lugares quentes, ele é um sucesso enorme: original de Pernambuco é superfácil e comum encontrar casinhas cheias de cobogós no norte, nordeste e em lugares quentes e secos como Brasília. Genuinamente brazuca, o cobogó é um acessório lindíssimo e sustentável por possibilitar uma casa mais iluminada e fresquinha de forma natural.

Esses elementos vazados dão um toque todo especial para a fachada de casas ou dentro de ambientes contextualizados de forma moderna. O efeito da luz sendo filtrada por esses tijolinhos é simplesmente incrível.

Quando são coloridos, ainda têm a função de deixar o ambiente mais alegre e chamativo, como acontece no exemplo abaixo:

Eles também podem dar um toque rústico para a decoração e são ótimos aliados para espaços externos.

A revista Minha Casa também trouxe uma opção incrível: transformar os cobogós em revisteiro! Superlegal:

(foto “emprestada” da Ana, do blog A Casa que minha Vó queria – imagem da revista Minha Casa)

E aí, o que você acha dos cobogós? Coisa do passado ou acessório pra se ter em casa?

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